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FAUNA
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Veado-campeiro (Ozotocerus bezoarticus)
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Os animais são uma das maiores atrações da Serra da
Canastra, especialmente na área do Parque Nacional. A
fauna típica da região reúne várias espécies
ameaçadas de extinção, como o tamanduá-bandeira, o
lobo-guará e o veado-campeiro, que podem ser vistos com
relativa facilidade. |
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Outros bichos
também ameaçados que, havendo um pouco de sorte, os
turistas podem ver, são a lontra, o macaco sauá e as
três maiores e mais fascinantes raridades: o
tatu-canastra, o pato-mergulhão e a onça parda. |
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As áreas de campos e cerrados da
Canastra exibem também o cachorro-do-mato, a seriema, a
ema, o gavião carcará e o magnífico gavião-caboclo.
Nas matas ciliares e nas fazendas, o show é do
mico-estrela, dos quatis, do bonito e imponente
urubu-rei, do jacu, do tucano-açu e do
canário-da-terra. |

Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga
tridactyla)
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Gavião carcará (Polyborus plancus)
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A regra número um para ver os bichos é ser atento e
silencioso. Ou seja, quem estiver a pé, a cavalo ou de
bicicleta terá mais chances do que quem estiver de
carro. Outra regra é dar preferência ao passeio no
começo ou no final do dia. Por fim, há os locais
estratégicos, pontos com registros de avistagem que só
alguns guias e os visitantes mais experientes sabem
identificar.
A maioria dos animais foge quando percebe a nossa
presença. Alguns são dóceis e curiosos, permitindo uma
aproximação. Nesse caso, o turista deve ficar calmo,
não fazer barulho nem movimentos bruscos e não
perseguir os animais. A recompensa pode ser aquela tão
esperada pose para uma bela foto. |
FLORA
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A Serra da Canastra está
na região do cerrado mineiro, mas apresenta uma
vegetação bem mais variada, que inclui campos, campos
rupestres e florestas. O cerrado brasileiro é
caracterizado por árvores de pequeno e médio porte, de
cascas grossas e galhos retorcidos, bem adaptadas ao solo
pobre e resistentes à seca e ao fogo. |

Trimezia juncifolia (Iridaceae)
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A aparência
despojada esconde uma biodiversidade impressionante. |

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São mais de 6 mil espécies
vegetais, mais de oitocentas espécies de aves e quase
duzentas espécies de mamíferos, números superiores,
por exemplo, aos do Pantanal. Na Serra da Canastra,
porém, o cerrado ocupa uma parte inferior à dos campos
e campos rupestres (ou de altitude, localizados em áreas
com altitude superior a 900 metros). |
| Nesses campos, a ausência de
vegetação de grande porte e os contrastes do relevo
formam imensas vistas panorâmicas, onde a paisagem
exibe, no detalhe, imensos canteiros de flores. Nas
áreas mais baixas e úmidas, formam-se os capões
(matas) de formas arredondadas, com exuberante
vegetação atlântica.
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Flor do pequizeiro (Caryocar brasiliense)
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Todo o chapadão
da serra onde está o Parque Nacional alterna essas
áreas de campos e campos rupestres, com variações
intermediárias que os especialistas chamam de campo
cerrado, campo sujo e campo limpo. Além disso, há
pequenos trechos de floresta e cerrado típico. Em toda
essa área, um grupo de especialistas da Universidade
Federal de Uberlândia já conseguiu identificar 540
espécies de plantas em apenas 4 anos de pesquisas.
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tamandua@serradacanastra.com.br
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Criação: 03/05/1998
Atualizada em 16/06/2005
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by Anael de Souza & Maurício Costa
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